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Acusado de estupro coletivo é filho de subsecretário estadual do Rio

Pai do jovem, José Carlos Costa Simonin é subcretário na Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos e integra diversos conselhos e fóruns ligados à política social do estado.
Acusado de estupro coletivo é filho de subsecretário estadual do RioDivulgação

Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, acusado de participar do estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, é filho de José Carlos Costa Simonin, advogado e subsecretário do governo estadual. A informação foi publicada pelo Metrópoles, nesta terça-feira (3).

O pai do acusado possui atuação relevante em áreas de direitos humanos e integra diversos conselhos e fóruns ligados à política social do estado. Atualmente, José Carlos atua como subsecretário de Governança, Compliance e Gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Segundo o currículo divulgado no site oficial do governo, José Simonin é membro titular do Conselho Gestor do Fundo de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP) e também do Conselho Gestor do Fundo Estadual de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (Fised).

Além dessas funções, ele ocupa o cargo de vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas/RJ) e participou da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social (Pedes).

Relembre o caso

O caso envolve um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, ocorrido na noite de 31 de janeiro em um apartamento de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Quatro jovens foram formalmente denunciados e se tornaram réus no processo.

Dois deles se entregaram à polícia nesta terça-feira (3). Vitor Hugo e outro jovem seguem foragidos da Justiça.

Segundo as investigações, a vítima foi levada ao quarto pelo ex-namorado e, enquanto estava com ele, os outros quatro homens teriam entrado no cômodo.

Conforme o relato, os demais passaram a tocá-la e beijá-la sem consentimento, forçando-a a praticar sexo oral mediante violência. Ela também afirma ter sido agredida com tapas, socos e um chute no abdômen, além de ter sido impedida de deixar o quarto.