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Trump afirma ter sido "totalmente liberado" em relação a arquivos de Epstein

O presidente dos EUA negou repetidamente qualquer envolvimento nas atividades criminosas de Epstein e de sua cúmplice e ex-parceira, Ghislaine Maxwell.
Trump afirma ter sido "totalmente liberado" em relação a arquivos de EpsteinGettyimages.ru / Davidoff Studios

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (27) que foi negou qualquer relação com alegações pertinentes aos arquivos do caso Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça (DOJ) dos EUA nos últimos meses.

"Não sei nada sobre os arquivos de Epstein. Fui completamente exonerado", afirmou, sem dar mais detalhes sobre sua opinião a respeito da divulgação dos documentos.

Inúmeras citações

Em janeiro, o Departamento de Justiça dos EUA divulgou mais de 3 milhões de páginas de documentos relacionados a Epstein, mas manteve diversos materiais em sigilo, incluindo resumos de entrevistas realizadas em 2019 com uma mulher que alegou ter sido agredida sexualmente por Epstein e Trump na década de 1980, quando era menor de idade.

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Veículos de comunicação dos EUA indicam que apenas um desses resumos aparece nos arquivos divulgados, embora o FBI supostamente tenha interrogado a mulher em quatro ocasiões.

Não há evidências de que o FBI considere críveis as alegações contra Trump contidas nos novos documentos, e o Departamento de Justiça as dispensou como falsas.

O próprio presidente dos EUA negou repetidamente qualquer envolvimento nas atividades criminosas de Epstein e de sua cúmplice e ex-parceira, Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual e aguarda indulto de Trump. Nesse contexto, ele afirmou que o falecido criminoso sexual conspirou contra ele com o objetivo de prejudicá-lo politicamente e causar sua derrota eleitoral, ou "algo pior".

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