Tribunal russo condena argentino a 14 anos de prisão por lutar como mercenário ao lado da Ucrânia

Waldo Tomás Kuhn, de 38 anos, chegou em agosto de 2023 ao território da Ucrânia e ingressou no Exército como mercenário.

O cidadão argentino Waldo Tomás Kuhn foi declarado culpado, em julgamento à revelia, por participar como mercenário no conflito ucraniano ao lado das Forças Armadas da Ucrânia e recebeu uma pena de 14 anos de prisão, informou nesta quinta-feira (26) o Comitê de Investigação da Rússia.

A investigação concluiu que o argentino de 38 anos chegou em agosto de 2023 ao território da Ucrânia e ingressou como mercenário no Exército do país, onde recebeu treinamento militar e, em troca de remuneração, participou de operações de combate contra militares russos até o outono de 2025.

Um tribunal russo considerou as provas reunidas pela Direção Principal de Investigações como suficientes para proferir sentença e declarar Kuhn culpado por cometer o crime de participação como mercenário em um conflito armado, e condenado, à revelia, à prisão em regime fechado