
País latino-americano abre investigação após ser citado quase 300 vezes nos arquivos de Epstein

O Ministério Público da Costa Rica abriu uma investigação preliminar após o país ter sido mencionado quase 300 vezes em documentos pertencentes ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein, informou a mídia local nesta quarta-feira (25).
"O aparente crime de abuso sexual contra um menor (não identificado) está sendo investigado", afirmou a instituição, sem fornecer mais detalhes.

A imprensa costarriquenha estima que existam entre 289 e 291 referências à Costa Rica nos milhões de documentos que aludem a Epstein e que agora são de domínio público após a sua divulgação pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
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O El Observador apontou que as alusões incluem comunicados de imprensa, menções em processos judiciais e "extensas trocas de mensagens" entre Epstein e pessoas de seu círculo íntimo que tiveram diversas experiências no país latino-americano.
Embora não haja registro oficial da visita do pedófilo à Costa Rica, e-mails demonstram um "possível interesse pelo país". Em um deles, o renomado escritor Deepak Chopra disse que estava na Costa Rica.
Por enquanto, o Ministério Público está tratando o caso como "contra pessoas desconhecidas", o que significa que até agora ninguém foi acusado.
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