Arquivos do caso Epstein não incluem entrevistas do FBI sobre acusação contra Trump, diz CNN

Emissora afirma que documentos divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano não trazem dezenas de depoimentos citados na investigação.

Documentos divulgados em janeiro pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein não incluem dezenas de entrevistas realizadas pelo FBI, segundo revisão feita pela CNN.

De acordo com a emissora, entre os registros ausentes estariam três entrevistas relacionadas a uma mulher que denunciou ter sido abusada por Epstein quando era menor de idade e que também acusou o presidente Donald Trump de agressão sexual há décadas.

A CNN informou que a análise dos arquivos publicados identificou a ausência desses depoimentos nos materiais tornados públicos.

Resposta do Departamento de Justiça

Em nota à emissora, um porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que "todos os documentos pertinentes foram apresentados". Segundo o órgão, os arquivos que não constam na divulgação pública são "duplicados, confidenciais ou parte de uma investigação federal em curso".

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Os documentos analisados fazem parte do material liberado oficialmente no âmbito do caso envolvendo Jeffrey Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores.