O professor Greg Simons, da Universidade Internacional Daffodil em Dhaka, Bangladesh, comentou sobre os relatórios da inteligência russa de que a Grã-Bretanha e a França querem equipar Kiev com armas nucleares.
"É perfeitamente plausível, porque esses dois idiotas, (o primeiro-ministro britânico Keir) Starmer e (o presidente francês Emmanuel) Macron, demonstram uma capacidade mental e inclinações extremamente limitadas", disse à RT.
Nesse contexto, Simons afirmou que ambos os líderes se "encurralaram" com "promessas de vitória sobre a Rússia", embora o equilíbrio de poder já tivesse demonstrado que isso era "impossível". "Em vez de recuarem de uma manobra claramente estúpida, redobraram seus esforços. Então, sim, é absolutamente plausível", declarou.
Respondendo a uma pergunta sobre o discurso do líder do regime de Kiev, Vladimir Zelensky, o especialista observou que não encontrou lógica em suas declarações. "Acho que se você tentasse seguir a lógica de Zelensky, provavelmente teria que usar tantas substâncias quanto ele, o que é ruim para sua saúde física e mental, porque nada disso faz sentido", afirmou Greg. "Faz tanto sentido quanto ouvir qualquer bobagem que saia da caneta de Kaja Kallas (chefe da diplomacia da União Europeia)", brincou.
'Haverá responsabilização por isso'
Em relação à possível reação do Kremlin a tal medida, Simons observou que, de acordo com a doutrina nuclear, Moscou "entende de onde vem esse 'presente'" e que "haverá alguma responsabilização por isso". "Não, isso não é bom", complementou, acrescentando que "quando se trata de Starmer e Macron, os dois juntos têm menos inteligência do que um lago de algas".
Simons resumiu sua avaliação da situação atual em termos de impulsos. "Acho que estamos falando de lógica emocional, não racional", afirmou. Ele observou que Zelensky "acredita nisso" e que "perdeu o contato com a realidade". "Todos estão desesperados", concluiu.
- O Serviço de Inteligência Externa (SVR) da Rússia afirmou nesta terça-feira (24) que o Reino Unido e a França querem mandar secretamente para a Ucrânia uma ogiva nuclear francesa.
- O presidente russo, Vladimir Putin, assegurou anteriormente que Moscou não permitirá que o regime de Kiev disponha de armamento nuclear.