Aparecer nos arquivos de Epstein não é prova de crime, diz Hillary Clinton

Ex-secretária de Estado pede cautela e defende transparência na divulgação de documentos sobre o caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein.

A ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, pediu para não tirar conclusões precipitadas sobre a aparição de nomes nos arquivos ligados ao caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein, ressaltando que isso não equivale a prova de crime.

Clinton afirmou que os documentos contêm informações "muito preocupantes" e "realmente horríveis", lembrando que recentemente surgiram relatos de que Steve Bannon, ex-assessor da Casa Branca, teria tentado envolver Epstein em um plano para "derrubar" o papa Francisco.

A ex-chefe da diplomacia americana destacou a necessidade de transparência e de responsabilização, se cabível. "Isso precisa ser totalmente transparente. Há muitos anos peço que tudo seja tornado público, para que as pessoas não apenas vejam o que há nesses arquivos, mas também, se for apropriado, responsabilizem quem deve ser responsabilizado", afirmou.