O corpo do cão Orelha, morto após agressões na Praia Brava, em Florianópolis, foi exumado, e a Polícia Científica de Santa Catarina realiza uma nova perícia no caso, segundo informações obtidas pela Folha na quinta-feira (12).
A diligência foi solicitada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) na terça-feira (10), que também abriu procedimento preparatório para apurar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil do estado, Ulisses Gabriel, na condução das investigações.
O resultado da perícia pode levar pelo menos 10 dias para ser concluído. O caso permanece sob sigilo devido à participação indireta de adolescentes nos procedimentos, conforme determina a legislação.
A 2ª Promotoria de Justiça ressaltou que, além da exumação, é necessário investigar possíveis tentativas de coação durante o andamento do processo.
Segundo o MPSC, essas medidas são essenciais para garantir o prosseguimento regular das investigações.
Até o momento, não há denúncia formal, e o Ministério Público busca informações complementares antes de decidir sobre eventual ação penal. O caso segue em fase investigativa, acompanhando todos os trâmites legais.