Uma mulher chamada Jeanette Marcotte, vista pela última vez em 1982 na província canadense de Saskatchewan, pode ter sido vítima de John Crutchley, conhecido como "vampiro estuprador", segundo reportagem recente da Canadian Broadcasting Corporation (CBC).
Em janeiro de 1985, os restos mortais misturados de duas pessoas foram descobertos em uma área arborizada de Malabar, na Flórida, EUA. Enquanto uma das mulheres foi identificada como Kimberly Walker por meio de registros dentários, a identidade da outra permaneceu um mistério por 41 anos.
A polícia agora afirma que os ossos pertenciam a Jeanette Marcotte, que, antes de desaparecer, havia dito que iria para Vancouver, na Colúmbia Britânica, Canadá, mas nunca mais foi vista, segundo explicou a Othram, empresa privada de testes de DNA que identificou os restos mortais da vítima.
"John Crutchley morava em Malabar. Ele é conhecido como o 'vampiro estuprador'. É suspeito de ser um assassino em série", afirmou Tod Goodyear, assessor de imprensa do Gabinete do Xerife do Condado de Brevard. "Agora, se ele fez isso, quem sabe?", acrescentou, "sempre havia uma teoria de que poderia ser Crutchley".
"Ele era muito famoso na época. Ele era chamado de vampiro estuprador por que drenava o sangue [das vítimas] e bebia," disse Goodyear, que ainda explicou que Crutchley foi condenado por estupro e sequestro, mas nunca por homicídio, e morreu na prisão em 2002.
O assessor também declarou que vários documentos de identificação de pessoas dadas como desaparecidas foram encontrados em posse do suspeito, o que leva a crer que ele possa estar envolvido em homicídios ainda não solucionados.