
Guardas prisionais teriam falsificado cadáver de Epstein, revelam arquivos

Um documento do FBI divulgado dentre as revelações mais recentes do caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein revelou uma manobra que guardas prisionais teriam usado para despistar a imprensa após a morte do pedófilo.
🚨 New Epstein files reveal - A fake body was created for the cameras while his real body was secretly moved out the back into a black vehicle. pic.twitter.com/VtaZoNJrxg
— America Army (@AmericaStan_) February 10, 2026
Epstein cometeu suicídio no Centro Correcional Metropolitano de Nova York, em 10 de agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual de menores.

Entrevistado pelo FBI, um chefe de guarda da unidade prisional afirmou em documento datado de 16 de agosto de 2019 que, devido à "grande presença" da imprensa do lado de fora da prisão, "caixas e lençóis foram usados para criar o que parecia um corpo humano", colocados em um carro branco da OCME, seguido pela cobertura de mídia.
A estratégia teria sido apresentada a ele por um funcionário do Gabinete do Médico Legista (OMCE) que "ligou e disse que chegaria ao cais de carga em um veículo preto". O relatório indica que o corpo verdadeiro do predador sexual foi retirado neste automóvel, que deixou a prisão "sem ser detectado".
