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Ministério Público pede exumação e novas diligências sobre caso do cão Orelha

O MP estabeleceu um prazo de 20 dias para cumprimento das diligências e reforça que o caso segue em fase investigatória.
Ministério Público pede exumação e novas diligências sobre caso do cão OrelhaLetycia Bond/ Agência Brasil

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu a exumação do corpo do cão Orelha e novas diligências para aprofundar as investigações sobre a sua morte na Praia Brava, em Florianópolis, ocorrida em 5 de janeiro. A informação é do O Globo e foi divulgada na terça-feira (10).

O prazo para cumprimento das medidas é de 20 dias.

O pedido foi protocolado pelas Promotorias de Justiça que acompanham o caso, que apontam a necessidade de esclarecimentos adicionais para compreender todos os fatos.

Entre os pontos destacados estão a análise de vídeos, depoimentos e registros que podem auxiliar na investigação.

A 2ª Promotoria de Justiça da Capital, responsável por casos criminais, solicitou apuração detalhada para identificar se houve coação durante o andamento do processo. O órgão requisitou novos depoimentos de testemunhas e reforçou que o inquérito segue em fase investigatória, sem definição de responsabilidades até o momento.

Já a 10ª Promotoria de Justiça, que atua na área da Infância e Juventude, pediu que os vídeos relacionados a possíveis atos infracionais e registros envolvendo os cães da região sejam incorporados ao processo. O órgão também solicitou, "se viável", a exumação do corpo de Orelha para a realização de perícia direta, medida considerada essencial para esclarecer como ocorreram as agressões.