
Ministério Público pede exumação e novas diligências sobre caso do cão Orelha
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu a exumação do corpo do cão Orelha e novas diligências para aprofundar as investigações sobre a sua morte na Praia Brava, em Florianópolis, ocorrida em 5 de janeiro. A informação é do O Globo e foi divulgada na terça-feira (10).
O prazo para cumprimento das medidas é de 20 dias.
O pedido foi protocolado pelas Promotorias de Justiça que acompanham o caso, que apontam a necessidade de esclarecimentos adicionais para compreender todos os fatos.
Entre os pontos destacados estão a análise de vídeos, depoimentos e registros que podem auxiliar na investigação.

A 2ª Promotoria de Justiça da Capital, responsável por casos criminais, solicitou apuração detalhada para identificar se houve coação durante o andamento do processo. O órgão requisitou novos depoimentos de testemunhas e reforçou que o inquérito segue em fase investigatória, sem definição de responsabilidades até o momento.
Já a 10ª Promotoria de Justiça, que atua na área da Infância e Juventude, pediu que os vídeos relacionados a possíveis atos infracionais e registros envolvendo os cães da região sejam incorporados ao processo. O órgão também solicitou, "se viável", a exumação do corpo de Orelha para a realização de perícia direta, medida considerada essencial para esclarecer como ocorreram as agressões.
