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Petro denuncia plano de assassinato e sabotagem de sua reunião com Trump

O presidente da Colômbia afirmou que tentaram colocar substâncias psicoativas em seu veículo, denunciou manobras dentro das forças de segurança e revelou um novo episódio que teria colocado sua vida em risco.
Petro denuncia plano de assassinato e sabotagem de sua reunião com TrumpGettyimages.ru / Diego Cuevas

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, denunciou nesta terça-feira (10) a existência de um plano para sabotar a reunião que manteve com seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, e voltou a alertar sobre uma suposta estratégia para assassiná-lo.

De acordo com o mandatário, um general da polícia, que já foi afastado de seu cargo, teria recebido a ordem de introduzir "substâncias psicoativas" em seu veículo oficial com o objetivo de afetar o encontro bilateral, realizado no dia 3 de fevereiro  de 2026 na Casa Branca, em Washington.

Petro fez essas afirmações durante uma nova sessão do Conselho de Ministros na cidade de Montería, onde assegurou que o suposto plano também incluía manobras que colocaram sua vida em risco na noite anterior e atrasaram sua chegada ao local previsto. "Tenho fugido de meu assassinato", afirmou o chefe de Estado, ao relatar dificuldades para pousar na noite anterior.

Segundo explicou, as luzes não foram acesas no local onde o helicóptero presidencial deveria pousar, obrigando-o a se desviar e permanecer várias horas sobre o mar antes de chegar ao destino, para evitar que disparassem contra ele. "Então, há um general que ordenei afastar da Polícia; alguém lhe deu a ordem, ele tem uma missão estranha", afirmou, e reiterou que a intenção era "destruir a reunião com Trump".

Até o momento, não foram divulgados comunicados oficiais da Procuradoria nem das forças de segurança que confirmem ou refutem as denúncias do chefe de Estado. No entanto, desde 2024 Petro vem denunciando que buscam atentar contra sua vida ou depô-lo.