O partido governista da Coreia do Sul decidiu, nesta segunda-feira (9), expulsar de suas fileiras Kim Hee-su, chefe do condado de Jindo, após sua polêmica proposta de "importar" mulheres do exterior para resolver o problema demográfico do país.
O Conselho Supremo do Partido Democrata votou unanimemente pela cassação da filiação do funcionário, segundo um porta-voz citado pela agência Yonhap.
A decisão ocorre após o escândalo provocado por Kim em uma reunião municipal transmitida pela TV na província de Jeolla do Sul, no último dia 4. Na ocasião, ele sugeriu "importar mulheres jovens do Vietnã e do Sri Lanka" para que se casassem com homens solteiros em áreas rurais da Coreia do Sul, com o objetivo de aumentar a natalidade.
Após o episódio, a Embaixada do Vietnã em Seul reagiu com uma carta de protesto contra as declarações de Kim Hee-su.