Epstein encomendou grande quantidade de ácido corrosivo no mesmo dia que FBI abriu investigação, revelam documentos

Arquivo do caso reacende especulações de que Epstein teria tentado destruir provas.

Documentos do caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein publicados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que o financista encomendou grandes quantidades de ácido sulfúrico para serem enviadas para sua ilha particular em 2018 no mesmo dia em que foi aberta uma investigação federal por tráfico sexual de menores.

De acordo com a documentação logística e de faturamento, Epstein encomendou seis contêineres de 55 galões de ácido sulfúrico para serem entregues em sua ilha. O arquivo detalha a data dos pedidos, 6 de dezembro de 2018, o tipo de substância, o volume dos tambores e o endereço de entrega, embora o Departamento de Justiça tenha ocultado partes do documento.

O documento não explica para que se destinava o ácido sulfúrico, substância altamente corrosiva e de uso industrial e laboratorial, mas a grande quantidade e a data em que a encomenda foi feita, coincidindo com o dia da abertura formal da investigação do FBI, reacenderam as especulações sobre possíveis tentativas de destruir provas na propriedade de Epstein.

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