O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, avaliou a prioridade de garantir a segurança do país, especialmente em face da oposição ao "Estado nazista que o Ocidente criou na Ucrânia". As declarações foram apresentadas em entrevista à TV BRICS por ocasião do Dia do Diplomata, celebrado na Rússia em 10 de fevereiro.
Lavrov denunciou que representantes europeus, "que se fazem passar por políticos, ameaçam 'desencadear uma guerra' contra a Rússia", classificando a centralidade do regime de Kiev à esta estratégia como um instrumento de guerra por procuração.
"As bases nazistas devem ser eliminadas", reiterou, assegurando que não tem dúvidas de que a Rússia garantirá seus interesses de segurança "impedindo a instalação em território ucraniano de qualquer tipo de arma" que a ameace.
Outra forma de garantir sua segurança será por meio de "uma proteção confiável e plena dos direitos dos russos e das pessoas de língua russa que viveram e vivem há séculos nas terras da Crimeia, Donbass e Novorossiya, a quem o regime de Kiev, que chegou ao poder após o golpe de Estado, declarou serem 'criaturas', 'terroristas'", contra os quais "desencadeou uma guerra civil", acrescentou.