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Homem que alegou falsamente ter matado Charlie Kirk é condenado à prisão

George Zinn, de 71 anos, responde a crimes de obstrução da justiça e exploração sexual de menores.
Homem que alegou falsamente ter matado Charlie Kirk é condenado à prisãoSalt Lake County Sheriff's Office

O homem que alegou falsamente ter atirado em Charlie Kirk momentos após o assassinato do ativista conservador em setembro de 2025 foi condenado à prisão por um tribunal em Provo, Utah, na última quinta-feira (29), segundo informações do jornal britânico The Guardian.

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George Zinn, de 71 anos, aceitou um acordo judicial em que não contestou a acusação de obstrução da justiça por gritar que era o assassino de Kirk em uma tentativa de ajudar o verdadeiro atirador a escapar.

Ele também se declarou culpado de duas acusações de exploração sexual infantil após material explícito ter sido encontrado em seu telefone.

O tribunal proferiu sentenças que, combinadas, podem totalizar até 15 anos de prisão, a serem cumpridas simultaneamente. A comissão de liberdade condicional de Utah ainda determinará a duração exata de sua pena, informou a imprensa local.

Falso atirador

George Zinn foi preso em 10 de setembro de 2025, minutos após o ataque a Kirk na Universidade do Vale de Utah. Imagens de sua prisão rapidamente viralizaram, levando muitos a identificá-lo erroneamente como o atirador. Mais tarde, a polícia confirmou que ele não correspondia à descrição do suspeito e afirmou que outra pessoa atirou fatalmente em Kirk.

O suposto autor, Tyler James Robinson, de 22 anos, enfrenta acusações de homicídio qualificado e outros crimes graves. A promotoria pretende pedir a pena de morte, enquanto a defesa de Robinson, segundo a imprensa local, apresentou em janeiro uma moção para afastar o promotor por conflito de interesses, sabendo que uma das testemunhas do caso é filha do profissional de justiça.

  • Charlie Kirk, ativista conservador de 31 anos famoso por promover debates políticos televisionados em universidades, foi baleado no pescoço nesta quarta-feira (10) em um evento público na Universidade do Vale de Utah, nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump confirmou sua morte através de uma postagem nas redes sociais.