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Trump relata conversas com 'altas autoridades' de Cuba e diz que espera 'chegar a um acordo'
O presidente dos Estados Unidos disse ainda que Havana está "em declínio há muito tempo" e que agora é o momento oportuno para o diálogo, já que a nação "não depende mais da Venezuela para se sustentar".

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º) que seu governo mantém diálogo com Cuba e expressou esperança de um acordo.
"Estamos conversando com pessoas em Cuba, as mais altas autoridades cubanas, para ver o que está acontecendo", disse o presidente aos repórteres. "Então, acho que vamos chegar a um acordo com Cuba", acrescentou.
O presidente também afirmou que a nação caribenha "é uma nação em declínio e já está assim há muito tempo", porém, agora é o momento oportuno para o diálogo, já que Cuba "não depende mais da Venezuela para se sustentar".

- Após a agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores, Donald Trump fez declarações ameaçando aumentar a pressão sobre Cuba.
- O presidente norte-americano afirmou que "entrar e destruir" Cuba poderia ser a única opção restante para forçar uma mudança.
- As ameaças ocorrem em meio ao bloqueio econômico e comercial que os EUA mantêm sobre Cuba há mais de seis décadas. O embargo, que afeta gravemente a economia do país, foi ainda reforçado com várias medidas coercitivas e unilaterais da Casa Branca.
- "Cuba é uma nação livre, independente e soberana. Ninguém nos diz o que fazer. Cuba não agride; é agredida pelos EUA há 66 anos e não ameaça, apenas se prepara, pronta para defender a pátria até a última gota de sangue", declarou o presidente cubano Miguel Díaz-Canel.
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