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ICE nega invasão e explica ação no consulado do Equador em Minneapolis

Autoridades dizem que operação visava deter imigrante ilegal condenado.
ICE nega invasão e explica ação no consulado do Equador em MinneapolisImagem gerada por IA

O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE, na sigla em inglês) justificou a tentativa de ingresso de seus agentes no Consulado do Equador em Minneapolis, no estado de Minnesota, alegando que buscavam um imigrante ilegal equatoriano identificado como Jorge Miguel Bravo Uriles, condenado por dirigir sob efeito de álcool e que já havia sido anteriormente detido por agressão sexual e outros crimes. Segundo o ICE, ele teria fugido para o prédio onde funciona a representação de Quito.

"Sem que os agentes do ICE soubessem naquele momento, o edifício abrigava o Consulado do Equador, embora não estivesse claramente identificado como tal. Os agentes do ICE estavam concentrados em deter o estrangeiro ilegal foragido, bem como em sua própria segurança e na segurança do público. Em nenhum momento os agentes do ICE entraram no consulado", afirmou um porta-voz do serviço de imigração ao canal Fox News.

O porta-voz acrescentou que "os funcionários do Consulado protegeram esse estrangeiro ilegal que representava uma ameaça à segurança pública" e que — segundo ele — "ele continua em liberdade".