Сientistas chineses criaram um ímã supercondutor capaz de criar um campo magnético central de 35,6 teslas – mais de 700 mil vezes superior ao campo magnético natural da Terra. As informações foram divulgadas pela agência estatal chinesa Xinhua na terça-feira (27), citando a Academia Chinesa de Ciências (CAS).
A tecnologia estabelece um novo recorde mundial para ímãs supercondutores utilizados em aplicações práticas.
O ímã, com um diâmetro interno de 35 milímetros, ajudará a impulsionar pesquisas em áreas como ciência dos materiais, biologia e, principalmente, no estudo da fusão nuclear.
De acordo com o pesquisador do Instituto de Física da Academia Chinesa de Ciências, Luo Jianlin, um ímã totalmente supercondutor pode manter seu campo magnético máximo de forma estável por mais de 200 horas, com capacidade de ser integrado a condições experimentais extremas, como temperaturas ultrabaixas e altas pressões.
"Isso possibilita uma ampla gama de medições experimentais, incluindo ressonância magnética nuclear, calor específico e magnetostrição, atendendo amplamente às necessidades da comunidade científica", declarou Jianlin ao The Global Times na terça-feira.