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'Nem mais um euro sequer deve ser enviado' para apoiar Ucrânia, afirma partido mais popular da Áustria

"Quem, apesar da crise, tira dinheiro do bolso dos austríacos para o doar a um sistema corrupto deve demitir-se do cargo de representante do povo austríaco", afirmou Michael Schnedlitz, secretário-geral do Partido da Liberdade da Áustria.
'Nem mais um euro sequer deve ser enviado' para apoiar Ucrânia, afirma partido mais popular da ÁustriaLegion-media.ru / Daniel Scharinger

O secretário-geral da legenda mais popular na Áustria, o Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), Michael Schnedlitz, criticou duramente o apoio financeiro do país ao regime de Kiev por conta da decisão de aumentar o apoio humanitário em 3 milhões de euros, segundo informou a mídia local, no domingo (25). 

"Nem mais um euro sequer deve ser enviado", afirmou o político, acrescentando que exige a "suspensão imediata de todos os pagamentos à Ucrânia" apesar da demissão da ministra das Relações Exteriores, Beate Meinl-Reisinger.

"Quem, apesar da crise, tira dinheiro do bolso dos austríacos para o doar a um sistema corrupto deve demitir-se do cargo de representante do povo austríaco", afirmou Schnedlitz, levando em conta o "governo incompetente e fracassado" formado pelos partidos govenistas. O político salientou ainda que a Ucrânia "há muito se tornou um poço sem fundo" no qual o governo "injeta bilhões sem hesitar". 

O Ministério das Relações Exteriores anunciou o aumento da ajuda humanitária disponibilizada em mais três milhões de euros do Fundo de Catástrofes no Exterior, dos quais um milhão será disponibilizado ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), um milhão ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e um milhão ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).