
Eutanásia proativa: americano mata avó com câncer para que 'partisse em paz'

Um homem do Alasca foi preso na última terça-feira (20) por disparar na cabeça de sua avó de 87 anos, que estava em sua cadeira de rodas, informou o New York Post no domingo (25). O detido alegou posteriormente que se tratou de uma morte por compaixão, informou o Departamento de Polícia de Fairbanks.
De acordo com a polícia, Velma Koontz, que tinha câncer, foi encontrada sem vida em sua residência em Fairbanks por seu marido. A mulher estava setanda em sua cadeira de rodas, com um ferimento de bala em sua nuca. Ele também encontrou seu próprio revólver no local.

Após acionar a polícia, os agentes contataram seu neto, Brian Davenport, de 29 anos, que aproximadamente uma hora antes havia sido encontrado em via pública caminhando de maneira errática e levado a um hospital. Durante o interrogatório, ele confessou ter matado sua avó.
A sombria motivação do crime
O réu confesso indicou que pegou a arma de seu avô para matar outra pessoa, mas acabou decidindo vitimar sua própria avó. Ele afirmou que o fez porque queria que ela "partisse em paz" e "não se preocupasse com o legado que deixou", comparando suas ações a "desligar os aparelhos" de um paciente em um hospital.
O suspeito foi acusado de assassinato em primeiro grau e permanece detido, com uma fiança fixada em 5 milhões de dólares. Durante a audiência, o filho da vítima pediu ao juiz que não o libertasse. "Ele tem um histórico de não tomar seus medicamentos e representa um perigo para o público", declarou perante o tribunal.
