Trump reafirma ter planejado 'segunda onda' de ataques contra Venezuela

Segundo o presidente americano, o bombardeio do dia 3 de janeiro foi "extraordinário", tornando desnecessária uma nova agressão militar.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou nesta quinta-feira (22) seus planos para uma "segunda onda" de ataques contra a Venezuela, mas afirmou que "não foi necessário".

A "primeira onda" incluiu o bombardeio de 3 de janeiro ao país latino-americano, que culminou no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

"Este [primeiro] ataque foi extraordinário", disse o presidente americano durante a cerimônia de assinatura da carta de seu Conselho da Paz para monitoramento do conflito em Gaza.

Um dia antes, Trump se vangloriou do uso de armas "nunca antes vistas" na operação, diante de uma pergunta sobre o emprego de um suposto "canhão sônico", sugerindo uma vanguarda tecnológica e militar dos Estados Unidos até então desconhecida. O Kremlin declarou posteriormente que a insinuação precisaria ser esclarecida. "Será necessário ouvir as explicações sobre o que o presidente dos Estados Unidos quer dizer", afirmou o porta-voz Dmitry Peskov.

Agressão contra a Venezuela e sequestro de Maduro