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'Vamos alcançar a paz no mundo', diz Trump em inauguração do Conselho da Paz

"Será uma paz bela, duradoura e gloriosa para essa região e para todo o mundo", declarou o presidente norte-americano.
'Vamos alcançar a paz no mundo', diz Trump em inauguração do Conselho da PazMarkus Schreiber / AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu objetivo é alcançar a paz em escala global. A declaração foi feita nesta quinta-feira (22), durante a oficialização de seu Conselho da Paz. "Vamos ter paz no mundo", assegurou.

"Será uma paz bela, duradoura e gloriosa para essa região e para todo o mundo, porque eu chamo o mundo de uma região. O mundo é uma região", afirmou Trump, acrescentando que sua iniciativa visa garantir a estabilidade em todo o planeta, e não apenas na Faixa de Gaza.

Em discurso, o chefe da Casa Branca também sustentou que a situação internacional melhorou de forma significativa no último ano: "Hoje o mundo é mais rico, mais seguro e muito mais pacífico do que era há apenas um ano", declarou, enfatizando que a atual administração conseguiu apagar vários focos de conflito que "muita gente nem sabia que existiam".

A iniciativa foi apresentada após o envio de convites a cerca de 60 países para integrarem o Conselho da Paz. Nesta quinta-feira, o documento foi assinado por representantes de 18 nações.

Para conhecer o plano de Trump para Gaza em detalhes, leia nosso artigo.

França, Alemanha, Reino Unido e Noruega, contudo, manifestaram ceticismo em relação ao plano promovido por Washington.

Preocupações sobre os poderes do conselho

Reportagens da imprensa indicam que a organização criada por Trump poderia competir com a ONU. O Financial Times relata que o documento que estabelece o Conselho enfatiza a necessidade de um "órgão internacional de construção da paz mais ágil e eficaz".

"O Conselho da Paz é uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legal, e garantir uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos", afirma a carta citada pelo FT.

Um oficial americano informou à Axios que Conselho não se limitará apenas ao conflito em Gaza