Um tribunal japonês condenou nesta quarta-feira (21) à prisão perpétua Tetsuya Yamagami, de 45 anos, que admitiu ter assassinado o ex-primeiro-ministro Shinzo Abe em um ato de campanha em julho de 2022, na cidade de Nara.
Durante o julgamento, Yamagami declarou que decidiu matar Abe depois de ver uma mensagem em vídeo que o ex-líder enviou a um grupo ligado à Igreja da Unificação, e afirmou que seu objetivo era prejudicar essa organização, que ele odiava, e expor suas ligações com o político.