Notícias

'Crime sangrento': Rússia denuncia ataque com drones do regime de Kiev contra áreas civis

Voronezh foi a cidade mais atingida, com mais de dez edifícios residenciais e casas danificados.
'Crime sangrento': Rússia denuncia ataque com drones do regime de Kiev contra áreas civisGettyimages.ru / Russian Foreign Ministry Press Service

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou neste domingo (11) uma ofensiva com drones lançada pelo regime de Kiev contra regiões civis russas, classificada por Moscou como um "ato de terrorismo".

O ataque, ocorrido no sábado (10), atingiu principalmente áreas residenciais em Voronezh, além das províncias de Kursk, Briansk e Belgorod.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, foram lançados ao todo 33 drones do tipo aéreo, a maioria direcionada a zonas urbanas. Voronezh, cidade localizada a cerca de 500 quilômetros de Moscou, foi o alvo mais afetado. Ao menos uma jovem morreu e outras três pessoas ficaram feridas, de acordo com informações atualizadas pelas autoridades locais.

"O regime de Kiev mais uma vez demonstrou sua essência nazista e desumana, cometendo mais um crime sangrento", declarou a porta-voz do MRE russo, Maria Zakharova. Ela destacou que os drones miraram deliberadamente áreas com alta densidade populacional.

De acordo com a chancelaria russa, foram danificados mais de dez prédios de apartamentos, além de casas particulares, uma escola e construções administrativas.

"Esses assassinatos premeditados evidenciam a agonia do regime de Kiev, que, diante de fracassos evidentes no campo de batalha, tenta descontar sua raiva na população civil das regiões russas", afirmou o ministério.

Moscou alertou ainda que "todos os organizadores e executores deste e de outros crimes sofrerão uma punição inevitável". A diplomacia russa também cobrou uma resposta de organismos internacionais diante do que chamou de "atos criminosos de neonazistas ucranianos", criticando o silêncio da comunidade internacional diante do ocorrido.

"O silêncio diante da barbárie desenfreada do regime de Kiev os torna cúmplices de seus crimes sangrentos", concluiu o MRE.