
EUA classificam como 'racista' organização da ONU que exige 'reparações globais' pelo colonialismo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quarta-feira (7) uma ordem executiva para retirar o país de estruturas multilaterais ligadas à ONU, incluindo o Fórum Permanente para Pessoas de Ascendência Africana, que seu governo acusa de promover políticas "racistas" e impulsionar uma agenda global de reparações.

De acordo com o Departamento de Estado, esse órgão da ONU teria defendido um programa de "reparações globais" para compensar a África e sua diáspora pelo legado do colonialismo, da escravidão, do apartheid e do genocídio entre os séculos XVI e XIX, indica o New York Post.
"Promove a migração em massa e mina a soberania nacional"
O presidente também determinou a saída dos Estados Unidos do Fórum Global sobre Migração e Desenvolvimento, um órgão associado ao Pacto Global para a Migração que, segundo a Casa Branca, "promove a migração em massa e mina a soberania nacional ao impulsionar a ideia de um ‘direito’ internacional à migração".
Funcionários do governo afirmaram que o fórum defendeu o abandono de expressões como "migrante ilegal", se opôs à "criminalização da migração" e colaborou com organizações que criticam as deportações em grande escala, de acordo com a reportagem da Fox News.
O porta-voz principal do Departamento de Estado, Tommy Pigott, afirmou que Trump busca "reafirmar o controle soberano dos EUA sobre sua política migratória, rejeitar as campanhas globalistas que tentam normalizar a migração em massa e pôr fim a um gasto internacional que considera um desperdício".
