
'Ato terrorista': Venezuela condena ataque ucraniano contra residência de Putin

O governo da Venezuela condenou veementemente, nesta quarta-feira (31), o ataque à residência do presidente russo Vladimir Putin, ocorrido na noite de 28 para 29 de dezembro, na região de Novgorod.

"A ação constitui um ato terrorista extremamente grave, que viola flagrantemente o direito internacional e ameaça diretamente a segurança regional e internacional", afirmou o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil.
Em comunicado publicado no Telegram, Gil afirmou que "o uso deliberado de armas de longo alcance contra instalações ligadas ao chefe de Estado revela uma conduta imprudente e criminosa, com o objetivo de semear o caos, a intimidação política e a instabilidade global".
"A Venezuela expressa sua total solidariedade ao povo e ao governo da Federação da Rússia e exige o fim imediato das ações terroristas que colocam em risco a vida de civis, a segurança das nações e o equilíbrio do sistema internacional, reafirmando que o terrorismo, em qualquer de suas formas e pretextos, não pode ser tolerado ou justificado sob nenhuma circunstância", acrescentou.
🚨PRIMEIRAS IMAGENS: Um dos drones ucranianos derrubados que tentaram atacar a residência de PutinO Ministério da Defesa da Rússia divulgou imagens do drone derrubado, que transportava uma carga explosiva de seis quilos.🔗https://t.co/re4Fvp93cypic.twitter.com/Ym3QBVl53Q
— RT Brasil (@rtnoticias_br) December 31, 2025
Entenda:
No dia 29 de dezembro, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, revelou que o regime de Kiev lançou um ataque terrorista com mais de 90 veículos aéreos não tripulados de longo alcance contra a residência oficial do presidente russo.
Segundo o chanceler, o ataque ocorreu na noite de 28 para 29 de dezembro. Ele detalhou que todos os projéteis foram derrubados pelos sistemas de defesa antiaérea e que não há informações sobre vítimas ou danos.
Vladimir Putin e Donald Trump mantiveram na segunda-feira (28) uma nova conversa telefônica. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, descreveu o diálogo como ''positivo''.
