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Rio de Janeiro é reconhecido pelo Guinness Book como maior Réveillon do mundo

A categoria inédita foi criada com critérios específicos para reconhecer eventos de grande porte e comprovar recordes de público e relevância cultural.
Rio de Janeiro é reconhecido pelo Guinness Book  como maior Réveillon do mundo© Gabriel Monteiro/Riotur

O Guinness World Records oficializou o Rio de Janeiro como sede do maior réveillon do mundo, anunciou o portal G1 nesta terça-feira (30). O reconhecimento foi entregue ao prefeito Eduardo Paes (PSD) no palco principal montado na Praia de Copacabana, ponto central da celebração de Ano Novo na cidade.

A conquista veio após rigorosa análise do Guinness, que considerou o número de participantes, a dimensão da programação artística, a extensão territorial do evento e sua relevância cultural.

A festa da virada na orla carioca é reconhecida internacionalmente por atrair milhões de pessoas de diversas regiões do Brasil e do mundo, transformando a praia em um espetáculo de música, culturas e fogos de artifício.

Campeão inédito

A categoria criada pelo Guinness é inédita, e o Rio de Janeiro se tornou o primeiro vencedor. Segundo Camila Borenstain, juíza do Guinness World Records, a cidade comprovou a presença de 2,5 milhões de pessoas apenas na faixa de areia em frente ao palco principal, sem contar o público presente nas áreas adjacentes.

"Criamos uma categoria nova com base em pesquisas sobre eventos de grande porte em diferentes países. O número mínimo a ser alcançado de público era de 2 milhões. A prefeitura, porém, conseguiu comprovar um total ainda maior, de 2,5 milhões de pessoas", explicou Borenstain.

Eduardo Paes, citado pelo veículo, enalteceu o título e afirmou que "não há lugar no mundo que faça festas em espaço público com a constância que faz o Rio e com tanta gente" e que o Rio tem não apenas o melhor réveillon do Brasil, mas do mundo.

Paes ainda agradeceu ao Guinness World Records e ressaltou a grandiosidade do evento. "Toda vez que sai essa história do número do réveillon de Copacabana, tem muita contestação. É óbvio que mesmo que se não fosse verdade, a celebração, o número de palcos, já se justificaria pela alegria da celebração", acrescentou o prefeito.