O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton desafiou o presidente Donald Trump a liberar imediatamente todos os documentos relacionados ao seu nome nas investigações sobre Jeffrey Epstein. O pedido foi feito por seu porta-voz, Angel Ureña, que afirmou nesta segunda-feira (22) que Clinton "não precisa de proteção".
Segundo ele, o Departamento de Justiça estaria promovendo uma divulgação seletiva de informações, o que indicaria que "alguém ou algo está sendo protegido". "Não sabemos quem, o quê ou por quê. Mas sabemos disto: não precisamos de tal proteção", declarou Ureña.
O porta-voz instou Trump a instruir a procuradora-geral Pam Bondi a tornar públicos todos os materiais que mencionem Clinton, incluindo fotografias, entrevistas, transcrições de júri e quaisquer documentos sob a jurisdição da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein (Lei Pública 119-38, sancionada em 19 de novembro de 2025).
Ainda segundo a nota, a recusa em divulgar todos os registros reforçaria a suspeita de que a atuação do Departamento de Justiça "não se trata de transparência, mas de insinuação", com o uso seletivo de documentos para sugerir irregularidades de indivíduos que já foram inocentados pela própria instituição, sob diferentes administrações.
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