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UFPR desenvolve pele humana sintética para substituir testes de cosméticos em animais

O projeto surge após a sanção de lei que proibiu a realização de testes em animais para cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal; além de atender à nova legislação, a iniciativa busca reduzir práticas cruéis.
UFPR desenvolve pele humana sintética para substituir testes de cosméticos em animaisAdam Gault

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) está desenvolvendo uma pele humana sintética para substituir testes em animais na avaliação de cosméticos, conforme informou a universidade.

O projeto surge após a sanção da Lei 15.183, em julho de 2025, que proibiu a realização de testes em animais para cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal.

A iniciativa é uma parceria entre a UFPR, a Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar) e a empresa brasileira de dermocosméticos Creamy Skincare. O objetivo é criar uma pele humana equivalente, produzida em laboratório, que reproduza características da pele real e seja usada em testes de segurança e eficácia.

O modelo servirá como alternativa ao ensaio de permeação cutânea, que avalia como substâncias atravessam a pele. Além de atender à nova legislação, a iniciativa busca reduzir práticas cruéis.