Um americano de 59 anos, Charles Ray Crawford, foi executado na penitenciária estadual do Mississippi na quinta-feira (16), por meio de injeção letal, segundo a imprensa local.
Condenado à morte em 1994 pelo assassinato de Kristy Ray, de 20 anos, sequestrada, violentada e esfaqueada em 1993, Crawford também respondia por outros casos de estupro e agressão sexual.
No dia da execução, passou as últimas horas com a família. Antes da aplicação da injeção, disse buscar "paz com Deus" e declarou amor aos parentes. À família da vítima, afirmou que "verdadeira paz e fechamento não são alcançados sem Deus".
Sentença injusta?
A defesa de Crawford tentou, sem sucesso, suspender a execução, alegando que o réu não teve um julgamento justo, pois seus advogados originais teriam aceitado a culpa apesar das objeções do próprio acusado.
A execução foi a segunda no Mississippi neste ano e a 38ª nos Estados Unidos em 2025, o que, segundo especialistas, indica um novo aumento da pena de morte no país.