Os houthis atacaram nesta terça-feira (30) o navio holandês Minervagracht com um míssil de cruzeiro no Golfo de Áden, alegando que a embarcação violou a proibição de entrada em Israel, segundo declaração das Forças Armadas iemenitas.
"A força naval das Forças Armadas do Iêmen realizou uma operação militar contra o navio Minervagracht devido à violação da proibição de entrada nos portos da Palestina ocupada pela empresa proprietária do navio", diz o comunicado publicado no Telegram.
Após o ataque, o navio teria pegado fogo e corre risco de afundar.
O grupo iemenita afirmou que continuará a "apoiar e defender o povo palestino oprimido contra o crime do século".
As Forças Armadas do Iêmen anunciaram que suas operações militares seguirão em andamento e só serão interrompidas se a "agressão a Gaza" cessar e o bloqueio à região for suspenso.
Os iemenitas indicaram que manterão restrições ao tráfego marítimo israelense em rotas estratégicas, incluindo o Mar Vermelho, o Mar Arábico e o Estreito de Bab al-Mandab, e alertou empresas e navios para não desrespeitarem a proibição.