
Brasil e China buscam ampliar uso de moedas locais para fortalecer economia bilateral
A secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, afirmou nesta quarta-feira (17) que Brasil e China estão trabalhando para ampliar o uso de suas moedas locais, não apenas no comércio bilateral, mas também na composição de reservas e portfólios financeiros.
Segundo Rosito, a iniciativa visa reduzir custos de transações internacionais e mitigar riscos cambiais, publicou o Estadão.

Ela também citou resultados concretos da subcomissão, destacando que, até agora, US$ 2,8 bilhões (R$ 15,12 bilhões, na cotação atual) foram aprovados em 2025 para projetos ligados à agenda ambiental pelo Fundo de Cooperação Brasil-China, relançado em 2024.
Na terça-feira (16), foi realizado em São Paulo o 2º Fórum de Cooperação Financeira Brasil-China. O presidente do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), embaixador Luiz Augusto de Castro Neves, ressaltou a importância do fortalecimento econômico bilateral para o desenvolvimento das relações entre os dois países, que possuem excelente parceria comercial.
"Temos avançado na facilitação das transações em moedas locais, que têm o potencial de reduzir custos, mitigar riscos cambiais e expandir os laços financeiros entre empresas de ambos os países", disse Luiz Augusto.
