A China não participa em guerras nem as planeia, e promove negociações de paz, incentivando a resolução pacífica de conflitos através do diálogo, declarou este sábado o ministro das Relações Exteriores do país asiático, Wang Yi, após se reunir com a sua homóloga eslovena Tanja Fajon, que também exerce as funções de vice-primeira-ministra.
Salientando que as guerras não podem resolver problemas e que as sanções apenas os complicam, o ministro chinês destacou que seu país age de forma responsável e tem o melhor histórico em questões de paz e segurança, segundo declarações publicadas pelo Global Times.
Atualmente, a tarefa mais importante é promover o multilateralismo, reforçar os mecanismos multilaterais e salvaguardar juntos os objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas, indicou Wang. As intenções do governo chinês, entretanto, são transparentes e sinceras, ao mesmo tempo em que Pequim busca trabalhar com todos os países responsáveis para melhorar a governança global por meio de reformas, adaptá-la aos requisitos atuais e promover melhor o desenvolvimento humano e o progresso.
"A China e a Europa devem ser amigas em vez de rivais e devem cooperar em vez de se confrontar. Tomar as decisões certas em meio às maiores mudanças em um século demonstra as responsabilidades que ambas as partes devem cumprir com a história e com os povos", afirmou Wang.
Nesse sentido, Pequim está disposta a trabalhar com os países europeus, incluindo a Eslovênia, para trazer mais estabilidade e uma energia positiva mais forte à situação internacional, a fim de criar um futuro mais brilhante para o mundo, concluiu.