
Brasil amplia laços comerciais com Burkina Faso; Itamaraty pontua 'grande potencial' africano

O governo brasileiro anunciou nesta semana a abertura de seis novos mercados em Burkina Faso. O acordo permite a exportação de bovinos vivos para reprodução, material genético bovino (sêmen e embriões), além de alevinos, ovos férteis e pintos de um dia.
Conforme anunciado pelo Itamaraty, as negociações ''permitirão ao Brasil exportar produtos agropecuários de alto valor agregado, que contribuirão para a melhoria de qualidade no plantel de Burkina Faso''.
Apenas em 2024, as exportações brasileiras de sêmen e embriões bovinos renderam US$ 6,11 milhões, reflexo da crescente demanda por genética bovina ao redor do mundo. A Índia, atual principal destino, lidera as compras.

Em nota, a chancelaria brasileira destacou ainda que a negociação bem-sucedida traz ''oportunidades futuras para produtores brasileiros, em vista do grande potencial do continente africano em termos de expansão demográfica e de crescimento econômico''.
Com isso, o agronegócio brasileiro chega a 424 mercados abertos desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023.
