O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta segunda-feira (8), por meio da plataforma Truth Social, o assassinato de Irina Zarutska, uma refugiada ucraniana morta em agosto em um trem de Charlotte, na Carolina do Norte.
A jovem foi atacada por Decarlos Brown Jr., de 34 anos, com um canivete, recebendo ao menos três facadas, incluindo uma no pescoço, no que Trump descreveu como uma "emboscada por um lunático mentalmente transtornado".
O presidente observou que o autor do crime é "um criminoso de carreira bem conhecido", preso e liberado "14 vezes sem pagamento em dinheiro". Questionou ainda: "O que ele estava fazendo no trem e nas ruas?" e concluiu que "criminosos assim precisam ser presos".
Brown, que é diagnosticado como esquizofrênico, foi preso pelo menos 14 vezes desde 2011 por crimes como furto qualificado, roubo com arma perigosa, agressão, furto em lojas e ameaças, de acordo com documentos citados pela imprensa local.
Segundo Trump, a legislação atual permite que criminosos com extenso histórico de antecedentes criminais retornem à vida normal, enquanto a imprensa ignora a violência.
Nesse contexto, afirmou que o sangue da vítima ''está nas mãos dos democratas que se recusam a acabar com os malfeitores'', e que apenas os republicanos conseguirão restaurar a lei e a ordem.
No final de agosto, o mandatário assinou duas ordens executivas que acabam com a liberdade sem fiança em dinheiro para detidos em Washington DC e em outras jurisdições com políticas semelhantes, afirmando que as medidas visam um ambiente "limpo, bonito e seguro".