China reforça medidas em memória das vítimas da invasão japonesa: educação de 'nível máximo'

O governo da China reforçou, neste domingo (31), o empenho das autoridades do país em preservar a memória de vítimas da luta contra a invasão japonesa ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial. O anúncio foi feito por Li Jingxian, integrante do Ministério dos Assuntos dos Veteranos.
De acordo com o oficial, o presidente chinês, Xi Jinping, acredita na importância de honrar "inúmeros homens e mulheres que deram suas vidas pela vitória" na "guerra antifascista mundial". A fala acontece durante as comemorações dos 80 anos da vitória chinesa contra os japoneses.
"Preservar, administrar e utilizar bem esses locais memoriais é uma forma de homenagear esses mártires e recordar a história da guerra de resistência", disse em coletiva de imprensa.
Ao especificar passos concretos de Pequim nessa direção, Jingxian destacou a coleta de informações de registros históricos, a distribuição de fundos para a execução de projetos de preservação e a exploração "em nível máximo" da educação de história para a sociedade chinesa, em especial aos jovens.
Medidas também miram parceiros no exterior
Segundo ele, o governo chinês também tem investido na preservação da "memória dos mártires" no exterior, citando a Rússia como exemplo.
"Realizamos a preservação de locais no exterior, como as instalações memoriais da Aliança de Resistência no Norte da Rússia, e assinamos acordos interdepartamentais para aprimorar esse trabalho", afirmou.
O objetivo das medidas é conscientizar cada vez mais o público e inspirar os jovens ao expor "os crimes dos agressores militaristas japoneses" para que a população aprenda as histórias e o espírito patriótico.
