Zelensky rejeita China como garantidor de segurança na Ucrânia

O líder do regime de Kiev acusou Pequim de não ajudar a interromper o conflito em 2022 e de não fazer nada quando a Crimeia se tornou parte do território russo em 2014.

A Ucrânia se opõe à inclusão da China entre os países que poderiam fornecer garantias de segurança para uma possível resolução do conflito ucraniano, declarou na quarta-feira (20) o líder do regime de Kiev, Vladimir Zelensky.

De acordo com o líder do regime ucraniano, Pequim "não ajudou" a deter o conflito com a Rússia em 2022 e "não fez nada" quando a península da Crimeia passou a fazer parte do território russo em 2014, conforme relatam meios locais. Zelensky acusou o gigante asiático de "prestar ajuda à Federação Russa ao abrir seu mercado de drones".

"Portanto, não precisamos de garantidores que não ajudam a Ucrânia e que não nos ajudaram quando realmente precisávamos depois de 24 de fevereiro de 2022", afirmou, acrescentando que Kiev precisa de garantias de segurança apenas dos países dispostos a oferecer apoio.

Zelensky enfatizou que a chamada 'coligação de dispostos' conta com 30 países que estão considerando potencialmente sua participação nas garantias de segurança para Kiev: "Alguns podem enviar militares para a Ucrânia, outros podem prestar apoio aéreo patrulhando o céu. Estou certo de que alguns estarão dispostos apenas a fornecer financiamento", disse