
'Exterminador do Futuro': Exército chinês faz alerta para rebelião de robôs assassinos

O jornal oficial do Exército de Libertação Popular da China publicou na quinta-feira (10) uma análise sobre o uso de robôs humanóides em contextos militares, destacando riscos éticos e legais associados à adoção em larga escala dessa tecnologia.

"Os robôs humanóides militares são as armas mais parecidas com o ser humano até hoje, e seu uso padronizado em larga escala poderia levar a mortes indiscriminadas e acidentais, o que inevitavelmente resultaria em acusações legais e condenação moral", afirma o texto citado pelo South China Morning Post.
Os autores do estudo pedem que sejam conduzidas pesquisas sobre a ética e a legalidade do uso de robôs humanoides nas Forças Armadas.
As leis da robótica
Criadas em 1942 pelo escritor e bioquímico Isaac Asimov, as leis da robótica buscam orientar o comportamento de robôs autônomos. São elas:
- Um robô não deve prejudicar um ser humano ou permitir que um ser humano seja prejudicado.
- Um robô deve obedecer às ordens dadas por seres humanos, exceto quando essas ordens entrarem em conflito com a primeira lei.
- Um robô deve proteger sua própria existência, desde que isso não entre em conflito com as leis da robótica em geral.
