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Irã ataca alvos militares em Israel com mísseis e drones

Segundo a Guarda Revolucionária iraniana, as operações são realizadas com mais de 100 tipos de drones de combate.
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O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou nesta quinta-feira (19) o lançamento de uma nova onda de ataques combinados de mísseis e drones contra alvos militares e centros industriais em Israel.

Esta já é a 15ª onda de ataques da operação Promessa Verdadeira 3

"Começou uma nova onda de ataques combinados de mísseis e drones contra alvos militares e centros industriais relacionadas com a indústria militar nas cidades de Haifa e Tel Aviv", informou a agência, observando que as operações continuam "com mais de 100 tipos de drones suicidas e de combate".

Rejeição internacional

  • Desde as primeiras horas do dia 13 de junho, quando Israel lançou um ataque não provocado contra o Irã, as duas nações têm trocado bombardeios. Rússia, China e vários outros países em todo o mundo condenaram veementemente a ofensiva israelense como uma grave violação da lei internacional e da Carta da ONU.
  • O presidente russo Vladimir Putin condenou os ataques israelenses em conversa com seu homólogo norte-americano, Donald Trump, e expressou preocupação com uma possível escalada do conflito, que "teria consequências imprevisíveis para toda a situação na região do Oriente Médio".
  • Na América Latina, várias nações, incluindo Brasil, Venezuela, Cuba e Nicarágua, expressaram repúdio às ações de Tel Aviv. Países do mundo islâmico, como Turquia, Arábia Saudita, Egito e Paquistão reagiram de forma semelhante.

Como as negociações sobre o programa nuclear do Irã levaram à ofensiva israelense? Entenda em nosso artigo.